4 de março de 2012

A reprodução destruidora da arte

 
Vejo seres vivendo sem saber por que.
Caminham e respiram a energia vital sem perceber o poder transcendental que possuem.
E mesmo assim se apegam à vida... Tolos.

A cada dia que passa, mais a identidade personificada dos indivíduos é destruída e, em seu lugar, surgem pensamentos massificados de aceitação sem questionamento.

E pensar que a Razão poderia ter sido útil...

Ela traz, em muitos aspectos, conhecimento, mas o custo é alto. A própria identidade de ser humano, o criador responsável,vai sendo, aos poucos, dominada pela criatura criada.

Mas a magia da arte não pode ser reproduzida tão facilmente. Não sem ser destruída.
 
 

2 comentários:

Hugo Marcelo Barbosa disse...

Muito bacana este seu poema...

A Arte está agonizante!

Hugo Marcelo

dklautau disse...

eu gostei mais desse!!!
É um dos centros do jogo.