“Tema quem não teme a Allah”, costumava dizer meu pai. Se tivesse tomado para si este sábio conselho, provavelmente ainda estaria vivo. Um homem honrado, justo e caridoso, que pereceu em uma falsa jihad. Um paradoxo quase inexplicável. Um fim indigno de sua, até então, reta conduta. Que Allah (swt) tenha piedade de sua alma, que descanse em paz até o Yawm al-Qiyamah [1] e que seja acolhido no Jannah [2].
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